Viola Individual

Com tessitura que se assemelha a voz de um contralto e/ou tenor, a viola tem o início de sua história no início do século XVI, no norte da Itália, podendo ser até 13 centímetros maior que o violino, já que o tamanho do instrumento nunca foi padronizado. Seu formato, técnica de arco e dedilhado assemelha-se muito ao violino.

As quatro cordas da viola são afinada em Dó, Sol, Ré e Lá, uma quinta abaixo do violino e uma oitava acima do violoncelo. Antes de 1740 a viola raramente era usada como solista em qualquer contexto, além de ser banida para a obscuridade do acompanhamento, ficando com as harmonias medianas.

O instrumento entra para a história dos concertos apenas na segunda metade do século XVIII, com Georg Philipp Telemann, compositor do primeiro “Concerto para Viola e Orquestra” da história.

Já no período clássico, o papel da viola na música de câmara e no repertório orquestral se torna mais e mais proeminente. O instrumento, que até então apenas preenchia a harmonia, passa a ter solos frequentes em composições camerísticas, desempenhando importante papel, especialmente nas obras de Mozart e Beethoven. Vale ressaltar os concertos de Carl Stamitz e Franz Anton Hoffmeister, que são até hoje obras exigidas em concursos e competições.

Nos períodos seguintes o instrumento só evoluiu. Na BRAVI as aulas de viola transitam por essa história, com metodologia específica para cada aluno, possibilitando evolução e domínio técnico no instrumento.